Esta é a história da Arménia, que não é arménia, nunca foi à Arménia e vive o seu quotidiano em frente ao piano. Nesta história há também um arménio, que não se chama Arménio, e conta as sementes de uma romã vinda do Império Otomano. Há ainda um cabeleireiro, bisneto de um cavaleiro que cortava cabeças, que corta o cabelo e as conversas. Será que todos cabem lá dentro ou fica uma língua de fora?
Micro-tons orientais, meios-tons ocidentais e meias-palavras em paredes-meias convidam-nos a cuidar das tonalidades que temos em nós e a saber ver e ouvir as dos outros.
Uma peça inspirada na história familiar do Vahan e nas coincidências que aproximam realidades longínquas.
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